terça-feira, 3 de agosto de 2010

A porcura do ipê branco

Depois de tanto procurar.
Tanto confundir e andar.
Do nada apareceu seu olhar.

Vermelhos por chorar em filmes.
Pés cansados de andar sem rumo.
E um bom perfume.

Senti o que não sei.
Descobri que o coração.
Sabe muito bem descifrar.
Coisas que ainda não sei contar.

Comecei a voar e a lhe buscar.
Pobre de mim, não sabia.
Que não é fácil uma alma.
Tão sublime conquistar.

Suas palavras, poesias.
Que iluminam os meus dias.
Virou minha alegria .
E meu maior medo.
Quero leva-lo pra cuba.
e o amar a vida inteira.


A semana não tem graça.
A não ser terça, quando você passa.
E seu tempo comigo gasta.

Enquanto respirar vou lutar.
Fazer de tudo para me amar.
E essa dor de não lhe ter suportar.
E todo meu ciúme disfarçar.

Todas poesias são feitas pra você.
Um anel na sua mão esquerda vou colocar.
Finalmente todas minhas juras de amor falar.

Eu amo você, agora o que vou fazer?

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