Vaga entre as ruas...
Sempre clara, nua e crua.
Me acelera e me para.
Diz tão claramente o mais obscuro.
Nubla o sol bonito e padece o sorriso colorido.
Percorre corredores, me faz em mil depaços.
Revela a minha dor.
Luto, não me entrego.
Perco.
Muda o semblante.
Ele desvia a trilha...
Faz na alma um calar.
E no coração um furo.
Nada vai mudar quem eu sou!
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